sábado, 12 de dezembro de 2009

"Você pode me ver, vil e vulgar?"
Buck-Tick, Black Cherry

Ontem, bem na hora da sesta, eu tive uma felicidade imensa: me senti perdoada. Eu não sou doente! Claro que fui esperta e aproveitei o quanto pude, porque sabia que ia passar.
Passou.
Voltei à culpa cotidiana. E com uma puta mania de perseguição: Marina, vem cá, Marina lê isso, Marina, olha só, Marina, cadê você, Marina, me dá um beijo, Marina, me escuta, Ma--porra! Fecha janela, abre janela, rola página, apaga histórico, pausa, adianta, retarda.

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